quarta-feira, 24 de julho de 2013

Sobre a garota doce



 Descobri que sim, eu demoro para notar algumas coisas. Mas apesar da demora, elas sempre aparecem e me encantam cada vez mais.
  Algumas coisas  no nosso relacionamento pareceram um tanto tardias, pareceu que, mesmo te conhecendo a 3 anos, demorou todo esse tempo para a gente se apaixonar, algo que hoje é tão natural para ambos. Mas também existia coisas tão naturais... o convívio de 3 anos nos fez conhecer alguns gostos um do outro, nos fez saber algumas coisas que o outro gosta e não gosta...
  Enfim, vim aqui escrever porque percebo que, a cada dia que passa, eu estou mais apaixonado por você (e pelo seu jeito único de ser). Descrevo aqui, as cenas que não te conto porque gosto de guardá-las comigo, mas que são tão preciosas para mim que merecem serem registradas não só como minhas memórias...
  Eu amo acordar do seu lado e antes de você (jurava que isso nunca ia ser possível, anyway) só para poder vê-la dormindo, calma e tranquila do meu lado. Assim como é tão gostoso o seu sorriso quando faço carinho na sua cabeça ou quando você se ajeita nos meus braços procurando um pouco de aconchego. As suas palavras me soam tão doces e você não faz idéia de como me derretem, um simples "Eu estou carente de você" já é o suficiente para me fazer querer correr para você. Sim, eu estou cada vez mais apaixonado pela minha menina, cada vez mais apaixonado pelo seu jeitinho que me conquistou e me conquista a cada dia.
  Não vou me estender muito mais, mas termino o texto com aqueles três palavrinhas que não são da boca para fora, seria mais justo dizer que são as palavras do meu coração: Eu te amo.

quarta-feira, 12 de junho de 2013

About our Love


Ele não começou naquele encontro mágico do metrô, não houve a cena de filme em que, eu sentado, via você sair da porta e sabia que você era o amor da minha vida. Também não existiu o meu cachorro correndo atrás de você e logo você se apaixonou por ele e por mim. Não existiu nada disso...

Nosso amor também não é conhecido, duvido que ele seja inspiração para algum filme ou livro que depois vire Best Seller, também não somos um casal que inspirará milhares de pessoas ao mesmo tempo em que vivemos como um simples casal, escondido dentre os milhares que existem por aí.  Nosso amor não é famoso.

Nosso amor não foi o amor a primeira vista, não foi o amor por coincidência, não foi o amor de filme, não foi o amor de novela, não foi o amor de Platão e muito menos patológico.


E são todos esses “nãos” que fazem do nosso amor, especial.  Não é o amor igual a todos os outros, é o nosso amor. Construído das pequenas coisas nossas que, podem não ser tão especiais para os outros, mas são experiências únicas para nós. Desfrutemos do anonimato para vivê-lo sem censura, desfrutemos da falta de pressa do amor a primeira vista, para amadurecer juntos, desfrutemos da falta de padrões, para construímos tudo isso juntos. Desfrutemos de nós e desse amor tão grande, que não cabe em palavras, que não cabe em beijos, que não cabe em tantas coisas por ser tão grande, mas que certamente cabe em meu peito.

terça-feira, 28 de maio de 2013

Uma crônica de amor


A vida de escritor às vezes nos prega algumas peças. Faz um tempo que quero produzir algo e simplesmente não consigo. Acho que chamam isso de cãibra do escritor (ou qualquer coisa do gênero). Tentei de tudo: fechar-me no quarto com uma folha e caneta, sair observando coisas diferentes, tentei escrever por escrever e ver se algo fluía, fiquei de ponta cabeça com uma maçã na boca (ta, eu não faço isso), reuni todas as coisas agradáveis e gostosas a minha volta e nada.               
E esse é o maior problema, nada saí e aquilo dentro de você gera um grande incômodo. É como aquela comida que não lhe caí bem, que fica ali te incomodando, incomodando e querendo sair do seu corpo de alguma forma. Perdão pela comparação, meus sentimentos e minhas ânsias não são tão repugnantes assim, pelo contrário, são sentimentos belos e nobres que querem ganhar voz.
                Então, vamos para a hipótese de que eu sou incompetente como escritor. Não sei transcrever em palavras as minhas idéias, muito menos torná-las acessíveis para os outros. Mas não é isso que quero alcançar em meus escritos, quero despertar nos leitores os sentimentos deles e não os meus.

                Termino então com a minha teoria mais certa: há coisas que eu não consigo explicar, há coisas que eu não consigo traduzir. São coisas que me pesam, me trazem responsabilidades, muitas vezes um peso nos ombros. Mas esqueço de tudo isso, porque são essas coisas também que alimentam o meu amor por você. Eu simplesmente não sei explicá-lo, não sei traduzi-lo e sempre que vou declará-lo, pareço um babuíno tentando dizer algumas palavras. Porém os meus gestos, os meus carinhos e a minha dedicação tentam demonstrar o que sinto. Não tenho porque continuar esse texto, já lhe disse que não sei explicar esse amor, abandone essa leitura e venha para os meus braços, viva o inexplicável comigo...

terça-feira, 30 de abril de 2013

A menina e o balão


  Dizem que os poetas são aqueles que escrevem as coisas do dia-a-dia com outros olhos. Não sei dizer bem se isso é verdade, mas aqui escrevo uma cena simples de um dia-a-dia qualquer.
  Estávamos no shopping e você me esperava do lado de fora, eu tinha me ausentado por pequenos instantes e quando voltei, te vi ali. Segurando aquele balão que ganhamos, de costas para mim, apoiada no parapeito e completamente distraída. Te confesso que fiquei muito tempo, parado naquele corredor. Não sei dizer se foram meus "olhos de poeta" ou meus simples olhos apaixonados, mas aquela era a cena mais linda que eu já vi.
  Você estava tão natural, tão distraída. Porém, para mim, não existia mais nada além de você, aquela garota delicada brincando com o balão entre os dedos, as pernas cruzadas de modo gracioso, a ponta do pé batendo no chão e o olhar perdido. Queria ter ficado lá por mais tempo, mas meus braços chamaram pelo seu corpo naquele abraço tão simples e gostoso. Então eu ganhei aquele seu sorriso lindo...
  Desculpem poetas...desculpem por não terem os meus olhos e não conseguirem ver o que eu vi. Fiquem com a imaginação da cena descrita, mas acreditem...Não vai chegar nem perto do que eu vi...

terça-feira, 2 de abril de 2013

Pequena Cena


  - Ei! Você esqueceu isso!

  Foi o que o fez parar por um instante e voltar-se para trás. Ela ainda estava com o mesmo sorriso completamente enigmático no rosto, as mãos voltadas para trás. Sem entender direito, aproximou-se dela e foi surpreendido por um abraço forte, um beijo no rosto e sentiu algo caindo sobre o seu bolso. Ficou completamente envergonhado e despediu-se novamente, naquela proximidade era fácil perceber duas coisas: O perfume doce que ela tinha e ele sabia que não ia esquecer tão cedo e a bala de menta que ela estava na boca.

  Depois cada um seguiu o seu caminho, ela tinha um sorriso um pouco mais contente e também o sorriso de alguém que acabou de aprontar algo. Ele ainda estava confuso com tudo aquilo, colocou a mão no bolso e foi surpreendido por uma foto 3x4 dela, no verso a frase “não se esqueça de mim” e uma bala de menta
.
  Ela tinha planejado tudo e mesmo num ato tão simples, tinha conseguido marcá-lo. Porque agora ele girava a bala de menta entre os dedos, lembrando-se do sabor dos lábios dela, as suas roupas estavam com o seu perfume e a foto não o deixava esquecer os momentos que queria reter. Aquilo aumentava a vontade dele de uma forma absurda, queria vê-la, queria tê-la, queria...simplesmente repetir a cena que mais parecia de um filme, ingênuo, doce, bem pensada e principalmente, só deles.

  Afinal as coisas pequenas e particulares são as que te marcam, para algo ou para alguém e são coisas apenas dos dois para os dois...


domingo, 31 de março de 2013

Kiss in silence


  Parece aquelas cenas de filme. Nós dois sentados um do lado do outro, depois de tanto tempo sem se ver. Um olha para o outro e não consegue dizer nada...
  Não é à toa. Foi um tempo em que nos desentendemos e teimosos, resolvemos guardar as "coisas da nossa cabeça" para nós, "deixar para lá" as coisas que podiam ser resolvidas e como dois grandes covardes, fugimos de nós por um tempo.
  Mas aqui estamos, tentando nos resolver no que parece uma luta em silêncio. Os olhares parecem não se encontrarem nunca (afinal, os olhos dizem muita coisa), as palavras parecem fugir e eu sei que a gente só quer se entender.
  Aqueles minutinhos parecem horas, aquele clima parece pesar em nossas costas. Até que por mera 
coincidência nossos olhares se cruzaram. Eu não consigo tirar meus olhos dos seus, enxergo por entre eles a tristeza que sente e o peso que tentar me dizer tudo aquilo é para você...
  Chega... Te beijo e tudo isso acaba....


sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Valentine's Day


  Ah, o amor. O que dizer sobre o amor? Há tantos clichês por traz, tantas coisas que todos dizem e até mesmo coisas negativas sobre ele. Então o que dizer sobre o amor?
 Não sei, nem ao certo quando o sinto ou quando não. Sei que meu coração bate rápido quando vê o seu sorriso ao longe, sei que eu moldo um sorriso quando você para para arrumar o cabelo, sempre durmo depois de você só para passar um pequeno instante vendo-a dormir e quando o faz, passo os braços no seu corpo e a deixo perto de mim, é uma estratégia para sentir sua pele contra a minha, saber que tudo isso é verdade e que esse sentimento não é imaginação minha..
  Mas hoje não é dia de contar todas as coisas que fazem com que eu me encante com você, coisas que fizeram eu me apaixonar ontem, hoje e amanhã por você, hoje é um dia especial para eu tentar mostrar o meu amor de outra forma...
  Talvez uma surpresa, porém começo com essas letras e esse pequeno espaço, de fato pequeno comparado ao espaço que você tomou em meu coração.
  Feliz Valentine's Day...


Perdão por não estar postando muito e perdão por estar atrasado com esse post. Voltarei ao ritmo logo.