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sexta-feira, 28 de setembro de 2012


A minha sanidade anda corrompida,
Os muros sucumbiram,
Diante da mente comprometida,
As idéias lúcidas sumiram,
O mundo mudou,
Também se calou.
A solidão é a minha companheira,
Tende a ser a minha herdeira,
De um reino falido,
Que espero ser lido,
Para a dama que o destinei,
Dama que tanto amei...
Os rabiscos se tornaram borrões,
As idéias flutuantes,
Os sentimentos em turbilhões,
O amor mais distante.
A poeisa é vaga,
Produzi-la é uma árdua saga,
Sem sentimentos é vazia,
Me produzem ânsias,
E asco do que escrevo,
Que não condiz com que vejo,
Porque você é a melodia,
Que faz o meu dia...

sábado, 28 de julho de 2012

Tolos



Somos todos loucos,
Procurando uma redenção,
De um quente coração.
Já ficamos roucos,
De gritar por alguém,
Esperar um carinho,
Que parece que não vem.
Depois quando sozinho,
A pele lembra o toque,
E até um pouco ciumento,
Não deixa que você foque,
Em qualquer outro sentimento...

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Poeta

O poeta tentou fingir,
A sua normalidade,
Mas logo começou a rir,
Por fingir tamanha barbaridade.
És um louco assumido,
Dos loucos o mais varrido,
Dos varridos o mais liberto,
Pelas palavras que profere,
Mesmo estando incerto,
Das palavras que o fere.

terça-feira, 17 de julho de 2012

Inverno



No frio do inverno,
Sem seu tímido calor,
Só peço um abraço terno,
Da minha delicada flor.

Quanto mais eu verso,
Mais besta isso parece,
Mas o inverso,
Simplesmente me padece.

Falo então da menina,
Que meus olhos encantou,
Sem perceber ela chegou,
E tão rápido foi p/ onde destina.

Agora meu coração oscila,
Entre o medo que o vacila,
E a paixão que sempre culmina,
Nos seus olhos de menina...

segunda-feira, 18 de junho de 2012

A vida

A vida me revela,
Como andar sobre ela,
Vou errando,
Vou acertando,
E vou andando,
Para chegar em seu coração.
Então me estenda a mão,
Vamos brincar de apostar,
Vamos tentar nos amar...

Poesia sem você

E cá estou com minhas poesias,
Sem ter em mente um tema,
Posso falar da Maresia,
Ou então do cinema.
Mas como fica a poesia?
Se nela não te cito?
Parece-me sem calor,
Ou é simplesmente um grito,
De todo esse meu amor?

[Ps: Não possui um desenho, nem imagem por questões pessoais]

sábado, 16 de junho de 2012

Estrada


Na rua me pego pensando,
No seu lindo olhar,
As pessoas vão simplesmente passando.
Não há como eu não estar,
Com essa sensação de voar,
Contrariando o cérebro sábio,
Sonhando com os seus lábios.
A rua termina,
E eu volto por ela novamente,
Só para ver se a minha mente,
Volta e me ensina,
A com você sonhar,
A te amar.

domingo, 10 de junho de 2012

A Rosa e o Ferro



Cá estou montando rimas,
Como uma triste sina,
De fazer com ou sem clima.
E para ninguém se destina,
Essas palavras frias,
Que não conhecem o calor,
Que desconhecem a dor.
Simplesmente se cria,
O poema perfeito,
Numa obra crônica,
Da vontade mecânica,
De tudo estar daquele jeito.
Mas vem a Rosa arruinar,
A métrica, a rima,
Vem para destruir,
Os padrões do poeta,
Que conheceu o amor,
E perdeu o dom,
Mas tornou-se humano,
Com um sorriso e uma rosa...

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Time


O livro está aberto,
Parece jogado, desperdiçado,
Sem um futuro certo.
O relógio parece quebrado,
O tempo perdeu seu valor,
Tuas palavras o calor,
Para não dizer o...

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Alguns Versos



Os versos teimam,
Em falar sobre o amor,
Sentimento que nos peitos queimam,
Num ímpeto de calor.
Insistem no tema,
Que continua e teima,
Em me tomar os pensamentos,
Em vê-la em todos os rostos,
E quanto creio no oposto,
Isso se torna mais insistente.
E já se faz raro,
Quando você não está em minha mente,
E se simplesmente paro,
E da luta, desisto,
Em seus olhos existo,
E no amor, acredito...

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Carta de amor



[Uma simples poesia que fiz pensando em você. Pequenos versos que pus não só carinho e amor, como também trabalho e suor para que eles saíssem belos, espero que os aprecie.]


Uma carta tola c/ meus versos,
Falando dos meus sentimentos diversos,
de como em seu olhar me encontro,
E no seu sorriso, desencontro.
Você fez meu mundo se inverter,
E se entristecer em sua ausência,
Que destrói toda minha decência,
E me obriga a escrever,
Esse versos para te encantar,
Tentando simplesmente espantar,
O medo que é te falar...
O quanto eu posso te amar...