sábado, 17 de novembro de 2012
Dreamwish²
Os sonhos sempre permeiam a realidade, andam junto a ela. Mas são os sonhos que alimentam a realidade ou a realidade que alimentam os sonhos?
Não sei, assim como já não sei em que mundo quero estar, as vezes sonho acordado, as vezes sonho dormindo, as vezes sonho que é real e as vezes é real o que sonho. Sei que sou um sonhador e não vou deixar de sonhar, porque acima de tudo os sonhos são meus...
E lá, você é minha, somente minha. Lá estamos juntos independente da distância e eu posso ver o seu sorriso quantas vezes eu quiser, do mesmo modo que posso te abraçar e dormir com você, ou de te deixar o meu ombro quando quer chorar. Em meus braços dou-lhe o conforto que precisa e em seus lábios me perco. Ainda assim são sonhos, não distantes, mas sonhos. E quero me perder nesse mundo para estar com você, o desejo de sonhar é o que da a alcunha, do anjo que de anjo ficou apenas o nome...
Para você Misu <3
Do seu eterno anjo,
Yuki.
Marcadores:
Crônicas e digressões,
Fake Angel,
Sobre você
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
Dreamwish
E de todos os anjos que fazem os sinos badalarem, você é de longe o mais tentador. Símbolo casto que torno pecaminoso num impulso que vai além de mim.
Desejo pelos seus braços, pelos seus beijos e pela sua presença mesmo você estando fora do alcance das minhas mãos, sonho o sonhos dos amantes crendo estar junto a ti nessa relação proibida.
Faça-me cometer todos os pecados, perder-me em tentações, tortura-me com seus jogos, com as suas brincadeiras, me dê carinho e me de amor...
Essa é o modo que encontro em te contar tudo o que não posso, velamos o silêncio, escondemos nossa relação. Isso é tudo que sinto e tudo que desejo, agora deixe-me fechar os olhos e sonhar, porque nos sonhos você é apenas minha...apenas minha....
Marcadores:
Crônicas e digressões,
Fake Angel,
Sobre você
Teddy
Sentado em sua cama, vejo-a partir toda a manhã. E não sabe como é solitário o resto do dia sem te ver, sem ouvir falar de você, sem poder te tocar e sem sentir o seu calor. As horas demoram há passar sabia? O tic-tac do relógio chega a me incomodar.
Sou negado algumas vezes, sei que há noites difíceis para você, noites com dor de cabeça, noites com outras companhias. Não posso dizer que não sinto ciúmes, mas quem eu sou para lhe dizer alguma coisa?
Mas saiba que sou eu quem cuida do seu sono, quem zela por ele. Sou eu quem mais me alegro quando você chega e me dá aquele abraço apertado, aquele abraço tão gostoso. Sou eu quem mais ama dormir em seus braços, ouvir suas mágoas e tantas outras coisas que você sempre me conta.
Porém agora estou doente, doente porque você cresceu e foi me deixando de lado, as saudades matam sabia? E ainda em meus olhos há a esperança que você chegue, olhe para mim e me abrace e sei, que quando o fizer, toda essa doença chamada saudades passará.
Essa é para você Yuki, meu ursinho que me recepcionou hoje. Peço perdão por tê-lo negligenciado e espero deixar a todos a nostalgia que senti ao abraça-lo...
Eu só
Juro que eu só queria dormir, foi o que pensei, foi o que meu corpo sentiu (e ainda sente) o peso de noite em claro, é o peso da responsabilidade.
Mas minha sensibilidade artística me obriga a vim para cá, as coisas suscitam sentimentos fortes e fica quase impossível dormir com eles martelando na sua cabeça. É difícil, ainda mais quando a maior parte desses sentimentos vem de uma nostalgia ou talvez de uma expectativa, direcionadas a uma pessoa.
Pessoa essa que não sei quem é, talvez eu a não conheça, talvez seja eu mesmo, não sei lhe dizer. Hoje jantei a luz de velas comigo mesmo e tive um monólogo em silencio com os meus pensamentos. Por um breve momento me senti eu mais do que nunca, mas logo em breve veio a nostalgia. Acho que me perdi de novo e tenho que me caçar por aí.
E é nessa caça que venho escrever, é para essa caça que venho deixar marcado essas linhas, novamente com dúvidas e incertezas, novamente com reflexões sem um final certo. Mas assim são as coisas: Ora confusas, ora muito certas. E mesmo a certeza não vindo, gosto de saber que senti essa dúvida, gosto de saber que me perdi. Uma rebeldia de sair dos meus caminhos para andar sobre a curva, sem saber onde ela vai me levar. Com receio, com medo, com ansiedade, adrenalina, expectativa e rebeldia, volto a caminhar. Me encontre no fim do caminho, mas me perdoe, não vou te contar o que aconteceu no meio dele...
Marcadores:
Crônicas e digressões,
Fake Angel,
Reflexões
terça-feira, 6 de novembro de 2012
16
Mas você tem medo de ser uma daquelas pessoas de quem se esquece facilmente. Tem medo de ser apropriado para o momento, tão importante, tão especial e influente e precioso para as pessoas que te rodeiam. Tem medo de que te amem agora e, daqui a alguns anos, você não passe de uma vaga lembrança - uma face indefinida, um traço de perfume que parece familiar mas não é o suficiente para trazer uma imagem sua à mente. Tanto medo te sufoca, e essa mania de tentar ser excêntrico e causar uma impressão nas pessoas a todo minuto ainda vai te destruir.
Você tenta tanto ser único...
Deve ser horrível ter tanto medo assim.
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
No words
O que acontece comigo quando eu não tenho mais palavras? Eu sou o poeta que senta-se ao seu lado, quieto e nada diz, constitui-se aquele silêncio frio e você também nada diz, perde-se a graça, perde-se o momento e parece que tudo perde-se a vida.
O que é do poeta sem as suas palavras? Eu só sei mostrar o meu amor através delas, eu só sei dizer eu te amo escrevendo e aqui, destrincho o nosso amor em suas minúcias e o descrevo da forma que o sinto: intenso, belo e com tantas outras qualidades.
Mas o que acontece quando me calo? Estou olhando para você e meu sorriso é forçado, não sei como dizer que te amo... as palavras sumiram, as palavras me abandonaram e as outras parecem clichês demais para demonstrar o quanto o nosso amor é grande...
Quando isso acontecer, por favor me abrace e me mostre que o meu jeito de mostrar amor não é o único e que o seu jeito certamente faz com que o meu volte...
Marcadores:
Crônicas e digressões,
Fake Angel,
Sobre você
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
Music
Uma música entoa em meus ouvidos e eu não sei dança-la ou cantá-la, mas meu corpo se move conforme a melodia que apenas eu ouço, indecifrável e particular. Sorte estar sozinho apenas com as paredes, que vêem o vexame dos meus movimentos. Mas de alguma forma tudo isso me é muito nostálgico, na verdade é extremamente nostálgico, lembro de você.
É como a nossa música tocando com um pequena ar de lembranças, meu corpo se move como se moveu naqueles dias e não esquece a memória entalhada nele, por mais que a minha mente tenha suprido essas lembranças, meu corpo não quis esquece-las. Enquanto escrevo sobre isso, ele se aquece novemente como fazia em seu terno abraço, o coração acelera daquela forma que só você o fazia acelerar e minhas mãos tremem na ansiedade de errar com você.
Mas memórias são apenas memórias e logo tudo isso passa, logo esse texto termina. Levanto o olhar para o teto branco tentando recuperar-me das memórias que me sugam, o dia lá fora está claro e tudo começa de novo, afinal nesse corpo ainda há espaço para mais memórias, para mais nostalgia, para mais abraços e mais amores...
Marcadores:
Crônicas e digressões,
Fake Angel,
Sobre você
Assinar:
Postagens (Atom)





