quarta-feira, 19 de setembro de 2012
4 estações
Descobri que odeio contar a passagem do tempo pelo tempo. Prefiro fazê-las pelas estações, para ser mais exato, prefiro fazer pelas sensações que experimento em cada estação.
Um modo diferente, divertido e mais gostoso de marcar a passagem do tempo (que digo de passagem, não é igual para todos). Começo pelo verão, pelo calor e pelas roupas mais leves, acordar e ver o sol me anima, assim como eu sempre me divirto quando vamos dividir a cama e sempre surge aquela briga: Devo ficar perto de você e morrer de calor ou ficar longe e ficar sem seu carinho?
Depois vem o outono, as folhas amarelam e dão um ar diferente no ambiente. É aquela sensação de ter um friozinho agradável e andar/dormir juntos é uma opção sempre gostosa, assim como ganhar muitos abraços...
Chega então o inverno, a sensação de dormir completamente aquecido e da preguiça são coisas saudosas. As pessoas andam na rua com suas roupas de inverno que considero muito mais charmosas e tomar chocolate quente e ver um filme com alguém é sempre a melhor opção.
Ao fim, a primavera, estação dos apaixonados. Um calor agradável rodeado das mais vastas flores que encantam os olhos e corações. Época criativa e de amar...
E assim marco a passagem do meu tempo...em relação as minhas sensações, as estações, aos corações...
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sábado, 15 de setembro de 2012
Procura-se...
...um amor.
E quando as palavras me faltam, fico com a imaginação daqueles que olham para a imagem. Afinal nem mesmo eu entendo bem esse sentimento. Esse misto de solidão e procura por uma felicidade. Sinto falta de me apaixonar, sorrir feito um idiota nos dias mais fechados, de ver graça nas coisas mais sem graça. Me vejo diante do espelho com os dois indicadores forçando um sorriso em meus lábios congelados, cantar músicas românticas no meio da rua enquanto ando, dançar sozinho para não fazê-la passar vergonha, passar noites pensando em alguém, produzir algo a esse alguém...
...Sem mais palavras, sem mais demoras, fico por aqui por hoje...
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quarta-feira, 12 de setembro de 2012
Hope
Estou só nesse blog, ao menos por enquanto, mas ainda assim, alimento uma esperança de volta da minha companheira. Somos sempre como flores que nascem no deserto, vitoriosos frente a um mundo que nos esmaga, somos os guerreiros que continuam a acreditar em suas palavras. Sejam elas tristes, alegres, medonhas ou felizes, são elas que nos acompanham na batalha do dia a dia, na batalha que travamos também contra nós enquanto tentamos nos entender.
Somos todos um paradoxo, oscilamos entre o prazer de fazer algo e o repúdio por isso. Oscilamos entre tantas coisas, não? E assim vejo a sua ida, como apenas um dos lados de um pêndulo e assim fico na espera, do outro lado, da volta.
Enquanto esperou, ficam aqui as palavras do garoto que ainda acredita nelas. Como a última rosa no deserto, olhando para o lado, esperando a semente que deixou cair ao seu lado brotar.
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sábado, 8 de setembro de 2012
Escrever
Tori, minha grande amiga, companheira de Blog,
Essa é pra você.
Com todo meu amor e carinho.
Escrever. Verbo engraçado e abstrato que nos leva a pensar em inúmeras coisas. Poetas, jornalistas, escritores, redatores, apaixonados, adolescentes, estudantes...
O ato de escrever faz parte de muita coisa. Mas não quero ficar nas definições vagas e sim te mostrar como é escrever para mim.
Sento-me em frente a um quadro em branco e sei que esse quadro sou eu. Bruto, desorganizado e sem nada dentro. A escrita me permite desenhar sobre esse quadro, o que eu quiser como bem quiser e quando olho minha obra final, percebo que me vejo, refletido de modo mais ingênuo e sincero possível, naquele quadro cheio de palavras. Assim é escrever a mim, me conhecer, me expressar, mais do que isso. É mostrar a mim quem eu sou, como vivo, do que vivo. Não me importo se leiam ou não o que escrevo, apenas deixo registrado os meus momentos para quando o corpo e a memória esquecerem, a eternidade das palavras me lembrarem.
Mas mais do que tudo isso. Eu também completo esse quadro quando leio o que você escreve, o que os outros escrevem. Você tem uma escrita que encanta, sutil e delicada, acerta nos detalhes que os olhos nus não vem ou a imaginação travada não se permite ver. E eu sempre viajo ao mais fundo de mim quando leio os seus posts. E se isso é um Adeus, que ele seja do modo que eu sei fazer e com a homenagem que você bem merece.
Do seu amigo, companheiro e fã: Yuki.
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sexta-feira, 7 de setembro de 2012
quarta-feira, 5 de setembro de 2012
Soph
"Porque quando eu te beijo,
Eu te beijo,
Quando eu te amo,
Eu te amo.
E todas as outras foram suas vadias,
E só eu, a sua namorada."
É engraçado olhar no espelho e ver que não sou mais uma criança. Na verdade tomei um susto quando me olhei (rs). Jurava que ainda era aquela criança manhosa e só me sentia assim porque você provoca isso em mim.
Não, eu não reclamo disso. Eu amo me sentir assim. Mas sabe que tudo isso me desperta né? Sempre aquele sentimento de também querer mimá-la, de não querer largá-la nunca.
Eu não te disse na hora, mas eu tinha UMA resposta, sim, eu ia conseguir te surpreender. Foi quando você disse que ainda era engraçado o modo como conversávamos, bom, não preciso escrever mais nada.
"Porque amor, se sente uma só vez, com uma só pessoa."
Não é preciso que esse post se estenda, afinal, quem me entende melhor que você? Sei também que vai ficar um tempo olhando para isso, relendo e depois vai me xingar por ter dito não me lembrar de tantas coisas. Mas são as minhas memórias de você que guardo com o mais puro...dos amores.
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domingo, 2 de setembro de 2012
Conto de Fadas
Vamos parar de brincar de conto de fadas?
Não, não vamos. Vamos ser eternas crianças, brincando no jardim secreto, escondendo-se no país das maravilhas, fugindo do lobo mau. Vamos ser assim porque nós somos duas crianças nesse amor que vivemos, ingenuo e puro, ao mesmo tempo que intenso e infantil.
Infantil porque é com os olhos de criança que vejo as coisas e vivo as coisas agora. Sou príncipe algumas vezes, vilão em outras. Numa eterna brincadeira, num eterno ciclo em que sempre te encontro. E nesses encontros que brinquemos de conto de fadas, porque eles acontecem apenas uma vez. Vamos viver esse amor ingenuo a cada instante, sem pensar nas horas, sem pensar no amanhã e pouco a pouco, vamos também escrevendo no livro da vida o nosso conto de fadas.
Once upon a time...
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